
Austin Rivers diz que a história de sua carreira na NBA sempre foi mais simples do que o barulho ao seu redor. Sobre Para o Baháele deixou clara sua posição, por meio ArosHype: “Não entrei na liga por causa do meu pai. E não permaneci na liga por causa do meu pai.”
Rivers disse que seu caminho ainda inclui vantagens reais, mas não do tipo que os críticos gostam de reduzi-lo. “Agora, posso fazer parte de uma equipe e ter uma oportunidade com uma equipe que acreditou em mim e um treinador por quem eu sabia que poderia jogar livremente? Com certeza, cara”, disse ele, explicando por que escolheu o ajuste em vez do flash.
Esse ajuste era mais importante para ele do que o reconhecimento do nome. Rivers disse: “Foi por isso que voltei. Foi por isso que quando Portland me ofereceu 40 milhões, foi por isso que quando Phil Jackson estava tentando explicar a maldita ofensa do Triângulo na minha sala de estar, eu não fui para Nova York.”
Ele disse que a decisão foi confiar em uma situação em que ele pudesse jogar seu jogo, e não confiar nos laços familiares. “Voltei para Los Angeles para pegar aquela bolsa para poder tocar para meu pai e poder tocar livremente e ser eu mesmo”, disse Rivers, acrescentando que ele “na verdade acabou se saindo muito bem como ator sob o comando de Chris Paul e Jamal Crawford”.
Ao longo de 11 temporadas da NBA, Rivers disputou 707 partidas, sendo titular em 184 delas e com média de 8,5 pontos por jogo. Ele passou um tempo com Nova Orleans, Clippers, Washington, Houston, Nova York, Denver e Minnesota.